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Ciclo de palestras e vídeo teatro encerram a semana de prevenção ao suicídio da campanha#abracequemteprotege

Encerrou nesta sexta-feira (17/09) a programação da Fundação Walter Peracchi de Barcellos, no Quartel General da BM. Durante uma semana, psicólogos, advogados, cientistas políticos contribuíram com informações sobre a prevenção ao suicídio, causas, sinais e consequências dos transtornos mentais para vítimas e familiares.
O presidente da Fundação, Cel Marcos Paulo Beck, além de agradecer a todos voluntários da campanha #abracequemteprotege, disse que o atendimento e o acolhimento aos policiais, bombeiros militares e sociedade civil, seguem na sede da Funperacchi, localizada na Rua 7 de setembro 354, centro de Porto Alegre. “Esperávamos um número maior de participantes nas palestras, principalmente, dos brigadianos. Certamente eles seriam um multiplicador dessa causa. Custa mais para o Estado e para a sociedade um policial doente, ou a falta dele, do que investir e incentivar a prevenção “. A Fundação, além da Cultura tem o objetivo de contribuir com a saúde mental de militares e civis, através da prevenção dos transtornos que atingem parte da sociedade.

Nesta sexta-feira, o ciclo de palestra foi realizado pelas psicólogas Bianca Pillon e Marina Schmitt. De acordo com o material apresentado,” tudo o que somos e vamos ser é uma relação constante entre a genética e o ambiente”, avaliou a especialista Marina. A genética é uma parede de botões que o ambiente pode ou não apertar, o suicídio é uma causa que entra nesse aspecto. ” Em caso, de um suicida na família, a chance de uma pessoa tirar a própria vida, dobra”, avaliou. Por isso é fundamental buscar informações e auxiliar quem precisa.
‘O círculo vicioso familiar de traumas, só é quebrado através da terapia”, ressaltou Bianca Pillon.

Os dados do Ministério da Saúde revelam que 800 mil pessoas cometem suicídio no mundo, a cada ano. A faixa etária das vítimas é de 15 a 29 anos. A média de homens que o cometem é de 15 a cada 100 mil habitantes e entre mulheres é 11,4 a cada 100 mil. De acordo com a psicóloga, após a pandemia do coronavirus, os especialistas estão atentos, pois a expectativa é de que o suicídio vire uma epidemia mundial.

Em relação a profissão de policial e bombeiros Militar, durante a semana, o advogado militarista, membro da comissão especial de Direito Militar, OAB/RS Roberto Alexandre dos Santos, falou sobre a saúde mental dos militares, e as consequências na família.Os deveres do Estado, como ente responsável pelas consequências e a complexidade da inaptidão militar. A família Brigadiana e a Segurança pública.
Para o Cel Eduardo Nascimento, chefe da policlínica do IBCM que abrange, três clínicas, médica, odontológica e o Centro de Terapia Integrada, de 1 de janeiro de 2020 até 31 de agosto deste ano, foram realizados 18.455 atendimentos, somente na área de psicologia. Para ele, ” o nosso policial não busca terapia por vergonha e quem deveria estar aqui hoje, não está” .De acordo com o chefe da policlínica do IBCM, no Instituto, primeiro é feito uma triagem e após, o paciente é encaminhamento para uma clínica.

Participaram das atividades de hoje, o Cel Eduardo Nascimento, chefe da policlínica do IBCM, Roberto José Larrosa, presidente da Aofergs Associacao dos Oficiais Estaduais do Estado do Rio Grande do Sul, o Segundo Vice-presidente da União dos Militares Evangélicos do RS Adelmo Souza e o advogado Roberto dos Santos.
Em breve estaremos disponibilizando a palestra de hoje.
Confira a palestra realizada nesta quinta-feira https://youtu.be/mMzbPZYLPcA

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