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A Fundação

A Fundação Walter Peracchi Barcellos é uma Instituição de Direito Privado, sem fins lucrativos, de natureza cultural e educacional, sendo seus instituidores os Coronéis Clóvis Antônio Soares, João Amado Réquia e Tenente Coronel Vanderlei Pinheiro. Está estruturada em Presidência, Assembleia Geral, Conselho Administrativa e Diretoria Executiva

Preservar as tradições, a memória e os valores morais. culturais e históricos da Brigada Militar, enfim, esta herança de valor inestimável, tem sido a preocupação principal da Diretoria da Fundação WALTER PERACCHI DE BARCELLOS, nesses anos de existência da Fundação de modo que, no futuro. sirvam como exemplo e subsídio para que novas gerações cultuem e mantenham nossas mais caras tradições.

Objetivos

Organizar memoriais, museus, arquivos, bibliotecas de interesse histórico.

Organizar e apoiar projetos e atividades visando o aprimoramento da comunidade.

  Promover festivais, convenções, feiras, congressos e espetáculos de arte.

Incentivar atividades artísticas esportivas.

Editar livros, de caráter profissional, artístico, histórico e cultural.

Organizar e manter corais e orquestras. 

Promover exposições de fotografias, esculturas e artes em geral.

Organizar grupos de apoio no combate às drogas. 

Prestar serviços à comunidade.

Divulgar por meios próprios as atividades da Fundação 

Relacionar-se com instituições congêneres, com vistas ao intercâmbio.

Toponímia do Nome

Presidente

Cel RR Marcos Paulo Beck

Vice-Presidente

Cel RR Jerônimo Carlos Santos Braga

Tesoureiro

Ten Cel RR Jarbas Rogério Carvalho Vanin

2º Secretário

Ten Cel RR Moacir de Almeida Simões

Diretor Administrativo

Cel Luiz Paulo Monteiro Cabral

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Cel Walter Peracchi de Barcellos

O Patrono

Enfatizarmos o acerto e a relevância da escolha do nome de WALTER PERACCHI DE BARCELLOS como patrono de nossa Fundação. Por certo, face à multiplicidade de outros personagens expressivos que fazem parte da galeria de heróis da Corporação, seria por demais fácil arrolar outro companheiro que bem pudesse assumir essa titulação. Ao optarem por Peracchi. foram inequivocadamente felizes os fundadores, pois que o fizeram pela seleção de um homem ímpar, do grande que a sua personalidade não pode ficar confinada ao âmbito estadual e se projetou no plano nacional.

A vida de Peracchi, seja como cidadão, brigadiano ou homem público, perpassa através dos tempos. como um filme majestoso, até as culminâncias do poder. A própria influência que exerceu na vida pública do RR e, indiretamente, na vida nacional, diz da medida de sua grandeza. Resumir biograficamente as suas obras, torna-se extremamente fácil face à grandeza e ao conteúdo da herança deixada.

A Biografia

Na obra “PERACCHI DE BARCELLOS – O CORONEL PM DO SÉCULO”, foram narrados fatos da vida de quem durante quarenta anos viveu os principais acontecimentos políticos do RS e do Brasil, e que, como brigadiano, jamais foi igualado nas iniciativas em benefício da instituição. Sua história de vida enfatiza que desde a meninice, precocemente assumiu a responsabilidade e o dever de agir por si mesmo. Trabalhava desde os sete anos, coparticipante assim, do seu próprio sustento junto aos pais. Aos quinze anos assentou praça na Brigada. tendo conquistado as graduações até Sargento, com menos de dezessete anos. Em 1929. tendo concluído o CFO, passou a marcar sua carreira no oficialato, até o Comando Geral, tendo sido promovido por merecimento e deixado em cada posto e função exercidos, a marca indelével de uma carreira exemplar, quer pelas obras, quer pelas ideias. sempre meritórias e adiantadas para a época.

Leia a obra completa no link abaixo:

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Governador Walter Peracchi de Barcellos durante apresentação de Oficiais da Brigada Militar. 

Notícias FunPeracchi

A depressão é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o “Mal do Século”. No sentido patológico, há presença de tristeza, pessimismo, baixa auto-estima, que aparecem com freqüência e podem combinar-se entre si. A depressão provoca ainda ausência de prazer em coisas que antes faziam bem e grande oscilação de humor e pensamentos, que podem culminar em comportamentos e atos suicidas.

O tratamento é feito com auxílio médico profissional, por meio de medicamentos, e acompanhamento terapêutico conforme cada caso. O apoio da família é fundamental.

Está presente na literatura médica e científica mundial que a depressão também incita alterações fisiológicas no corpo, sendo porta de entrada para outras doenças. Pessoas acometidas por depressão podem, além da sensação de infelicidade crônica e prostração, apresentar baixas no sistema de imunidade e maiores episódios de problemas inflamatórios e infecciosos. A depressão, dependendo da gravidade, pode desencadear, também, doenças cardiovasculares, como enfarto, AVC e hipertensão.

Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células. Ao contrário do que normalmente se pensa, os fatores psicológicos e sociais muitas vezes são consequência e não causa da depressão. Vale ressaltar que o estresse pode precipitar a depressão em pessoas com predisposição, que provavelmente é genética.

Estima-se que uma em cada cinco pessoas no mundo apresentam problemas relacionados a depressão em algum momento da vida. A melhor forma de prevenir a depressão é cuidando da mente e do corpo, com alimentação saudável e prática de atividades físicas regulares. Saber lidar com o estresse e compartilhar os problemas com amigos ou familiares é outra alternativa, que pode ser aliada à prática de alguma atividade integrativa e complementar, como yoga, por exemplo. Ajudam a prevenir a depressão leitura, aprender coisas novas, ter hobbies, viajar e se divertir.

Além das alterações de humor ou irritabilidade, ansiedade e angústia a depressão possui diversos sinais e sintomas, que podem ser isolados ou somatizados. Os principais sintomas da depressão são:

irritabilidade, ansiedade e angústia;
• desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas;
• diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer;
• desinteresse, falta de motivação e apatia;
• sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero e desamparo;
• pessimismo, ideias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa auto-estima;
• sensação, inutilidade, ruína e fracasso;
• interpretação distorcida e negativa da realidade;
• dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e esquecimento;
• diminuição do desempenho sexual;
• perda ou aumento do apetite e do peso;
• insônia ou despertar matinal precoce;
• dores e outros sintomas físicos não justificados por problemas médicos;

Existem alguns fatores de risco que podem contribuir para o desenvolvimento da depressão.

• Histórico familiar
• Transtornos psiquiátricos correlatos
• Estresse crônico
• Ansiedade crônica
• Disfunções hormonais
• Excesso de peso

• Sedentarismo e dieta desregrada
• Vícios (cigarro, álcool e drogas ilícitas)
• Uso excessivo de internet e redes sociais
• Traumas físicos ou psicológicos
• Pancadas na cabeça
• Problemas cardíacos
• Separação conjugal
• Enxaqueca crônica

Como diferenciar tristeza e depressão?

• Tristeza tem motivo. A pessoa sabe que está triste.
• A depressão é uma tristeza profunda e muitas vezes sem conteúdo, sem motivo aparente. Mesmo se algo maravilhoso acontecer ou estiver acontecendo, a pessoa continuará triste.
• A pessoa triste pode ter sintomas no corpo, como sentir aperto no perito, taquicardia, chorar.
• A pessoa deprimida tem pensamentos suicidas.
• Quem está triste costuma ter pensamentos repetitivos sobre a razão da tristeza.
• Quando deprimida, a pessoa sente, pelo menos, duas semanas de uma tristeza profunda e contínua.

Como é feito o diagnóstico da depressão?

O diagnóstico da depressão é clínico e somente pode ser dado por um médico especialista, no caso o psiquiatra, que é responsável por tratar pessoas com transtornos mentais.

Como saber se a pessoa sofre de depressão?

Durante uma consulta com um médico especialista serão feitos alguns testes e questionários, que podem apontar para o distúrbio.

Nesse momento, o psiquiatra fará, também, outras observações, como histórico do paciente e familiares, e poderá pedir alguns exames laboratoriais específicos para se chegar ao diagnóstico.

A depressão também pode estar associada a outros transtornos psiquiátricos e tem níveis de intensidade. Pode ser leve, moderada ou grave.

Cada caso é avaliado individualmente e cada paciente recebe um diagnóstico e é encaminhado para tratamento específico.

Tratamento

O tratamento da depressão é essencialmente medicamentoso. Existem mais de 30 antidepressivos disponíveis.

Ao contrário do que alguns temem, essas medicações não são como drogas, que deixam a pessoa eufórica e provocam vício.

A terapia é simples e, de modo geral, não incapacita ou entorpece o paciente.

Alguns pacientes precisam de tratamento de manutenção ou preventivo, que pode levar anos ou a vida inteira, para evitar o aparecimento de novos episódios.

A psicoterapia auxilia na reestruturação psicológica do indivíduo, além de aumentar sua compreensão sobre o processo de depressão e na resolução de conflitos, o que diminui o impacto provocado pelo estresse.

A depressão não tem tempo para passar. Pode durar dias, semanas, meses ou anos.

A pessoa em crise, após superar o transtorno mental, também pode, a qualquer momento, experimentar novos episódios da depressão. 

Na maioria das vezes, o tratamento para depressão é feito combinando psiquiatra e psicoterapia, por meio de psicólogos.

Existem também medicamentos antidepressivos, que ajudam a regular a química cerebral e é aplicado conforme cada caso, de acordo com cada paciente.

Quando recomendado pelo médico, esses medicamentos podem ser retirados, gratuitamente, nas Unidades Básicas de Saúde ou nos demais estabelecimentos designados pelas secretarias de saúde dos municípios.

Como vencer a depressão?

O acolhimento das pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo depressão e as necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, e seus familiares é uma estratégia de atenção fundamental para a identificação das necessidades assistenciais, alívio do sofrimento e planejamento de intervenções medicamentosas e terapêuticas, se e quando necessárias.

Está previsto que os indivíduos em situações de crise possam ser atendidos em qualquer serviço da rede de saúde.

Os casos de pacientes em situação de emergência devem ser atendidos nos serviços de urgência e emergência, que também constituem a RAPS (Rede de Atenção Psicosocial). As diretrizes da política envolvem o governo federal e os estados e municípios.

Quais são os tipos de depressão?

Um episódio depressivo pode ser categorizado como leve, moderado ou grave, a depender da intensidade dos sintomas. Um indivíduo com um episódio depressivo leve terá alguma dificuldade em continuar um trabalho simples e atividades sociais, mas provavelmente sem grande prejuízo no funcionamento global.

Durante um episódio depressivo grave, é improvável que a pessoa afetada possa continuar com atividades sociais, de trabalho ou domésticas.

Uma distinção fundamental também é feita entre depressão em pessoas que têm ou não um histórico de episódios de mania.

Ambos os tipos de depressão podem ser crônicos (isto é, acontecem durante um período prolongado de tempo), com recaídas, especialmente se não forem tratados.

Transtorno depressivo recorrente: esse distúrbio envolve repetidos episódios depressivos.

Durante esses episódios, a pessoa experimenta um humor deprimido, perda de interesse e prazer e energia reduzida, levando a uma diminuição das atividades em geral por pelo menos duas semanas.

Muitas pessoas com depressão também sofrem com sintomas como ansiedade, distúrbios do sono e de apetite e podem ter sentimentos de culpa ou baixa auto-estima, falta de concentração e até mesmo aqueles que são clinicamente inexplicáveis.

Transtorno afetivo bipolar: esse tipo de depressão consiste tipicamente na alternância entre episódios de mania e depressivos, separados por períodos de humor normal.

Episódios de mania envolvem humor exaltado ou irritado, excesso de atividades, pressão de fala, auto-estima inflada e uma menor necessidade de sono, além da aceleração do pensamento.

 

FONTE: saude.gov.br

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