NOTA DE REPÚDIO ÀS MANIFESTAÇÕES DA UGEIRM E ASDEP

A Associação dos Oficiais da Brigada Militar e do Corpo de Bombeiros Militar – AsofBM, por intermédio de seu Presidente, ao tomar conhecimento das manifestações emanadas da presidência das entidades de classe de Policiais Civis – UGEIRM e ASDEP – sobre fato que será apurado pela autoridade de polícia judiciária militar competente, repudia a falta de postura e de ética dessas manifestações, que sequer aguardaram os esclarecimentos do que efetivamente ocorreu. Como confiar na Instituição encarregada da busca da verdade real se há recorrentes prejulgamentos de colegas de profissão antes mesmo de iniciarem as investigações?

A conduta de condenar publicamente os Policiais Militares envolvidos, sem sequer ouvi-los, demonstra que a propagada “integração” das polícias não passa de uma falácia governamental, sob a “coordenação” de um Secretário de Segurança pública que é Delegado de Polícia, e que, neste nefasto governo que somente tirou direitos dos Militares Estaduais, busca subjugar de todas as formas a Brigada Militar.

Os adjetivos usados na manifestação das referidas entidades de classe ultrapassam a crítica ou opinião razoável sobre o fato, o que, após a devida apuração e sob a fiscalização do Ministério Público, deverá ser reparada nas vias judiciais competentes.

A AsofBM repudia tal afronta à Brigada Militar na figura do Vice–Governador e Secretário de Segurança Pública, Delegado de Polícia Ranolfo Vieira Júnior, que demonstra parcialidade e omissão ao invés de integrar as Corporações; ao revés, tende sempre a uma inexistente submissão da Polícia Militar, tornando os Comandantes reféns de suas intenções de poder corporativo. Delegado Ranolfo é a personificação deste desgoverno.

Não esqueçamos jamais que os Governos passam, e a Brigada Militar permanece!

Coronel Marcos Paulo Beck – Presidente da AsofBM

A Nota da Asofbm sobre a manifestação da Asdep e Ugeirm é referente a abordagem ao escrivão da PC, Cauê Reis, realizada por Policiais Militares, no último dia 11 de janeiro. As Entidades, mesmo sem a apuração dos fatos na Justiça Militar e Ministério Público, acusaram os PMs de agirem de forma “criminosa” ao  abordar  o escrivão da PC.

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no email
Email

Associe-se hoje mesmo a quem defende e apoia você!