Bem-vindo à Associação dos Oficiais da Brigada Militar do Rio Grande do Sul

Representar os Oficiais é a nossa missão.

Somente a legalização da maconha? E as outras drogas de abuso, quando serão? Que preço as famílias e o Brasil pagarão?

“Dependentes de drogas são criativos para inventar mentiras e desculpas o tempo todo”, sabedores disso, os financiadores internacionais e “simpatizantes nacionais”, em silêncio, se aproveitam, e pegam carona de comorbidades, já tratadas de forma científica através de medicamentos, prescritos por médicos. Tais fármacos são extraídos da canabis sativa, em laboratório farmacêuticos, sem princípios ativos, que afetem ao sistema nervoso central, e efeitos colaterais, cientificamente registrados em nossa Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA.

Onde está o foco de interesse? Na minoria de pessoas que não tem informação ou acesso a estes fármacos? Ou a maioria de usuários vitimizados, mentirosos e criativos para terem um “vegetal num vazinho lá em casa”, orgânico? Estimados cidadãos, é vértice do problema a solução dos desconfortos dascomorbidades, não o acesso indiscriminado, com riscos de efeitos colaterais! Há de se serem consultados nossa Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas – SENAD, os Conselhos Federais de Medicina e Associação Brasileira de Psiquiatria. Tráta-se de uma substância psicoativa ilegal, que altera as percepções dos seres humanos, e tem desencadeado indicadores de violência e criminalidade, seja pela fissura de uso, lucro pelo comércio e disputa de mercado.

As forças policiais em nosso Brasil estão exaustas de assistirem, a decadência de nossos adolescente e jovens adultos, fazendo o uso de maconha em locais já conhecidos de “uso recreativo”, sem qualquer “freio inibitório”, desencadeando em ações criminosas e crimes conexos, como vítimas ou autores. Ao serem abordados, nossos sucessores com falta de limites, se comportem como “tudo pode”!, “Não dá nada”!

O ser humano necessita de limites, alicerçados no conhecimento científico, não fragmentado e apoiado em casos específicos de determinadas comorbidades e exceções. Normas abertas podem desencadear, de forma mascarada o desejo covarde e egoísta do usuário e ganância de quem financiará e comercializará sementes inocentes, analogicamente a um “tempero existencial doméstico”,minimizando as consequências intangíveis à harmonia social e fomento da criminalidade. Assim como o tabaco, que é comercializado legalmente, existe seu análogo pirata que ingressa em nosso país em descaminho.

Acordemos! Havendo a liberação da maconha em nosso Brasil, pessoas passarão a abusar de tal substância, e com senso de percepção da realidade distorcida, alude consequentemente, pela práxis de administração de conflitos sociais, aumentarão os vetores de risco à saúde pública e previdência social por afastamentos temporários ou permanentes pelo Código Internacional de Doenças – CID.10 e suas subclassificações.

A vulgarmente denominada marijuana, maconha e outras alcunhas, como defende o movimento pela liberação, se tornando lícita, entrará pela lógica de mercado, via monopólio econômico das grandes indústrias análogas aos fumígenos, causando também danos diretos, congestionando hospitais, clínicas de tratamento e comunidades terapêuticas, além de danos indiretos, como o aumento da violência pelas concorrências de mercado, entre “patrões”; e entre “chefes das bocas de fumo”.

A Organização Mundial da Saúde reconhece a “dependência de drogas como doença”, logo tais pessoas precisam de ajuda!

Questionemos: Precisamos urgente de líderes e mentes limpas, lúcidos, pois caso contrário serão cada vez mais raros! A evolução humana não nos preparou para a preservação de nossa espécie, pois maconha não é alimento, causa dano pessoal e social, sua aplicação terapêutica medicinal já é reconhecida, mas não “automedicável”; e “generalista”! O canabidiol extraído da canabis sativa é prescrito por médicos, conforme a comorbidade do paciente, e não altera as percepções do sistema nervoso central!

Superada a comoção em defesa da produção de tal fármaco, a criatividade pelo princípio da oportunidade, defendendo a liberação/descriminalização, esquece que tal vegetal sustenta facções criminosas e seus crimes conexos (Vítimas e autores), sob a gestão home office nas casas prisionais brasileiras.

Traídos pela emoção, e com baixa resistência às pressões e frustrações, nossa comunidade é afetada por falta de atitudes proativas, ficando submetida a decisões fragmentadas frias e polêmicas, mascarando egos e vitimizando os dependentes de drogas, através de pautas jornalísticas em busca de simpatizantes ou busca de audiência. “A comunidade necessita de informação e acesso aos fármacos prescritos por médicos, não a um chamamentos a pretensos agricultores urbanos e rurais, produtores de canabis sativa“.

Fortaleçamos nosso SUS, a pauta é médica!

O foco é o acesso aos fármacos reconhecidos pela ANVISA.Sou contrário à legalização mascarada da maconha no Brasil! Nosso país vizinho, Uruguai recuou nesta ideia generalista, não deu certo.

Edison Tabajara Rangel Cardoso
Ten Cel RR da Brigada Militar

Ex-Presidente do Conselho Estadual de Políticas Públicas Sobre Drogas do RS (Voluntariado); Ex-Diretor do Departamento Estadual de Políticas Públicas Sobre Drogas do RS; Ex-Subdiretor do Hospital Penitenciário; Ex- Subdiretor do Presídio Central de Porto Alegre.

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